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Teu dia minha querida vó Celia

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

Teu dia minha querida vó Celia

Primeira foto, vó Celia, Themis e minha mãe Maria Tereza. Segunda foto, vó Celia com a bisneta Camila.

 

Uma coincidência. O dia 15 de novembro de 2016 vem ao meu encontro com o sonhado momento de autografar na Feira do Livro de Porto Alegre, o meu livro  sobre o Dia D.  Mas,  a mesma data traz consigo uma simultaneidade muito pessoal que não posso ignorar: o aniversário da minha querida avó Celia Vargas de Souza.

Lembro-me do seu último aniversário. Foi no 15 de novembro de 2007. Estava completando 93 anos. Lembro dos seus cabelos alvos, dos seus ombros caídos,  dos seus lábios um pouco trêmulos. Lembro que os seus movimentos já estavam lentos, breves. E o seu corpo frágil. Ao contrário, do seu espírito. O seu âmago, a sua essência chamejava energia, juventude e vida. Eu, e minha mãe, Maria Tereza, cercadas por ela, nós nos sentíamos acolhidas. Sua presença significava para nós o calor, o aconchego, o carinho e muita ternura ...  era como se estivéssemos debaixo de um poderoso manto de proteção.

Com muita saudade lembrarei dela nesse 15 de novembro, quando, à tarde, estarei autografando o meu livro. Quanta alegria para ela, se pudesse desfrutar desse momento glorioso. Quanta alegria para mim e para a minha mãe, se pudéssemos tê-la presente, pelo menos, por alguns instantes.

De qualquer maneira, minha querida vó Celia, estará presente em nossos corações saudosos. E tenho certeza, que lá de cima, ela e o meu avô Hermes, sorridentes e abraçados, me acenam sorridentes e felizes.

Vô Hermes e vó Celia. Segunda foto, ambos na praia em Capão da Canoa em 1944. 

Linda, jovem e romântica ao lado do meu avô

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