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Terrorismo um flagelo

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

Não há nada mais repugnante do que um ato terrorista. Ele é traiçoeiro e covarde. Um terrorista é algo parecido àqueles demônios míticos, subterrâneos, que emergem veladamente para agir. Torna-se a pior praga no seio da humanidade à medida em que se move em suas sombras malignas. Geralmente brota de duas fontes motivadoras: o radicalismo político ou o radicalismo religioso. Por pretexto, ou não, o terrorista prega a sua grande causa, na maioria das vezes, um deus absoluto. Dissemina-se como a pior praga para a humanidade. Por onde anda seus rastos são de sangue inocente.

Na noite de sexta-feira, 13 de novembro, cerca de três horas após os ataques que ceifaram a vida de dezenas de pessoas na capital francesa, o grupo terrorista Estado Islâmico reivindicou a autoria do massacre. Comemoraram na internet em língua árabe com a expressão "Paris em Chamas".

O jornal Libération cita o jornalista Vicent, que estava no estádio Stade de France, onde a seleção francesa de futebol estava jogando contra a Alemanha, disse: "Ouvimos no estádio duas grandes explosões e pelo Twitter ficamos sabendo que eram atentados e pelo Twitter ficamos sabendo que o presidente Hollande fora discretamente levado pelos seguranças, sem que o público tivesse notado. A partir daí a preocupação aumentou.

Na Boate Bataclan os atiradores com o grito "Alá é Grande"  e em seu nome dispararam aleatoriamente. Conseguiram recarregar as suas armas, várias vezes, para continuarem a matar, onde na hora dos ataques estavam cerca de 1.500 pessoas a assistir a um concerto de rock dos norte-americanos Eagles of Death Metal.

Mais tarde soube-se que foram nove os ataques.

Uma versão não oficial diz que durante o dia, o hotel onde estava hospedada a Seleção da Alemanha havia recebido um telefonema anônimo, comunicando a presença de uma bomba em seu local. Ela teria sido discretamente evacuada e retornou após os peritos constarem que nada havia.

Teria sido um aviso? 

Após o jogo veio de Frankfurt um avião especial, que taxiou em um terminal bem afastado no aeroporto Charles de Gaulle buscou os atletas alemães. Numa cena incomum, a nave estava cercada de policiais com metralhadoras. O planejamento para o jogo da próxima terça-feira foi alterado. Em solo alemão eles foram liberados para irem ao encontro dos seus familiares. Alguns até sugeriram de suspender o jogo da próxima semana.

O jornal alemão Die Welt obsevou: "O terror em Paris mostra aos europeus a grandeza da infiltração de terroristas islâmicos na Europa".

Há semanas, por suspeitas, as autoridades alemãs já haviam reforçado a segurança.

Os ataques  foram condenados por vários países, entre eles os Estados Unidos da América, Alemanha, Portugal, Canadá, índia, Itália, China Indonésia, Filipinas, Espanha, Reino Unido, Venesuela, Vaticano, Malásia, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Peru, Rússia, Egito, Afeganistão, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Brasil e Israel.

Estados Unidos e a Rússia acabam de se oferecer para destruir o Estado Islâmico depois do massacre que ceifou a vida de quase mais de cem pessoas  e feriu outras duzentas em Paris. 

Uma coisa é absolutamente certa.  Por um bom tempo os europeus se sentirão inseguros e com medo. Não só os europeus, imaginem o Brasil no ano que vem sediando a Olimpíada, como um dos países mais inseguros do mundo!

O Brasil é o hoje um dos países mais vulneráveis em segurança e, por conseguinte, uma terra ideal que todo o terrorrista deseja para se instalar. 

 

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