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Vinho e Champagne pedem presença na mesa gaúcha

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

     Qual seria a bebida indicada para brindar em um evento nobre? A resposta é fácil: vinho e champagne

       O vinho é muito antigo. Não vou fazer aqui um tratado de história sobre ele, mas o que interessa é que a sua origem se perde nas brumas do tempo. Basta lembrar que, segundo um dos evangelhos da Bíblia, Cristo realizou o seu primeiro milagre transformando a água em vinho por ocasião da festa de um casamento (alguns dizem que foi suco de uva). O destaque é que importa. Hoje ele é uma uma bebida universal.

      Já o champagne ou a champanha ou o vinho espumante, este sim, é bem mais jovem.

     A partir do surgimento do espumante, o vinho ganhou um concorrente rival nas mesas elitizadas. 

      O Brasil ainda não se rendeu ao casamento entre ambas as bebidas, mas, a Serra Gaúcha já decolou para várias direções do país com os assim chamados espumantes.

     Em junho, deste ano,  participei em Gramado, RS, no Saint Andrew, diga-se um dos raros hotéis em condomínio particular, de um encontro do evento sobre degustação de champagne harmonizando a culinária serrana. A presença destaca foi a de François Hautekeur, enólogo e degustador, que falou sobre o champagne e suas variáveis. Destacou também as combinações ideais para a bebida, além de contar a sua origem histórica. 

      Mas o ponto alto foi a verdadeira arte de apreciar os bons vinhos. O equilíbrio entre a acidez e o álcool. Saber combinar o paladar com o olfato, mas isso varia muito de pessoa a pessoa. E, bem interessante, um terceiro sentido, a beleza. A boa bebida precisa sim, agradar também os olhos, servida numa taça de cristal. As três combinações são indispensáveis na arte de beber. E a bebida dos deuses fica completa com uma boa conversa em boa companhia. 

 

Entre o vinho branco e o tinto

 

Na hora de escolher o vinho ideal para cada ocasião e clima, se deve ser o branco ou o tinto, a resposta é simples e objetiva. Os brancos são mais refrescantes, mais agradáveis para uma época mais quente. E os tintos são ótimos para a refeição, e em geral funcionam muito bem com pratos mais marcantes e em climas mais amenos.

 

Quando beber?

 

Não posso deixar de fora uma frase usada em quase todas as matérias que tratam sobre bebidas. A frase é atribuída a Madame Lilly Bollinger:

“Eu só bebo quando estou feliz e quando estou triste. Às vezes, bebo quando estou sozinha. Quando estou acompanhada, considero obrigatório. Eu me distraio com champagne quando estou sem fome, e bebo quando estou com fome. Fora isso, nem toco no champagne, a não ser que eu esteja com sede".

Você concorda?

Vinho espumante

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