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Um até breve a Nova York

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

Se existe uma lugar que eu não canso de visitar é Nova York. Há quase duas décadas, faço da cidade o meu local de passagem períodica de fim de ano em companhia de minha mãe e das filhas. Cada vez que arrumamos as malas para retornar da Big City, repetimos o axioma: "no fim do ano retornaremos!".

                                                           

                             

                      The Big Apple, a Grande Maçã, alcunha de Nova York. 

 

Já comentei com minhas amigas que para conhecer Nova York uma vida inteira não é suficiente. Aliás, uma opinião que muita gente compartilha. O seu gigantismo e a sua diversidade são tão amplos, que para cada lugar que se escolhe visitar, centenas de outros precisam ser sacrificados. Curiosamente, certos locais, no entanto, tornam-se imperativos em todas as vindas para cá, um deles é o Central Park, lindo em todas as estações do ano. Maravilhoso no inverno, coberto de neve, que lembra algumas cenas do filme Love Story, dirigido por Arthur Hiller e protagonizado  por Ryan O´Neal e Ali MacGraw, em um filme que sacudiu muitos casais apaixonados nos anos 70 e 80. A trilha musical chegou a ganhar o Oscar na categoria, em 1971. Sem esquecer também a filmagem de outro filme de grande bilheteria, o Esqueceram de Mim, que assisti umas 10 vezes. 

Não dá para esquecer da proibição de automóveis durante o final de semana. O espaço do Central Park, sábados e domingos, é preservado aos pedestres, skatistas e para quem quiser correr.

Sem dúvida, o CENTRAL PARK é o meu lugar favorito em Nova York.

 

   No Central Park, minha filha Pamela e Gustavo.

     Gustavo e Pamela

    O esqui é a atração no Central Park durante o inverno.

 

As opções de lazer são imensas. A cidade é tão pluralista e cheia de lugares interessantes. Tem de tudo, as melhores lojas de sapatos, os melhores pet shops, os melhores carrinhos de hot dog, os melhores teatros, os melhores museus, os melhores hotéis.

Para certificar a qualidade, hospedei-me, nessa viagem, no hotel Rockfeller Plaza, um prédio clássico com mais de cem anos, onde Clint Eastwood e Morgan Freeman, são clientes fixos.

O Plaza com seus pilares, portas enormes finamente decoradas além de hotel é hoje um local obrigatório para o turista tirar a sua foto. Interiormente, os quartos oferecem uma atmosfera de conforto e elegância.

 

   Um clique indispensável diante de uma das portas do Plaza novaiorquino.

 

    Quase iguais, diante do Plaza, em dois momentos distintos.

 

       Ambiente natalno no interior do Plaza.

   Detalhes da arte clássica que o Plaza conserva.

 

    A decoração interior alinhada com o todo da estrutura do Plaza.

 

    Algumas das cortezias de guloseimas distribuídas aos hóspedes.

                       Conforto, requinte e beleza nos quartos, que serviram de cenário para o filme O GRANDE GATSBY, obra do escritor F. S. Fitsgerald, que residiu bem próximo. Tanto a leitura do livro quanto a assistência ao filme são dois momentos culturais e intelectuais imperdíveis. 

 

Rockefeller Center

O Hotel Plaza fica no Rockefeller Center, parte de um complexo de 19 edifícios comerciais ocupando uma área de 89 mil metros quadrados, abrangendo seis quarteirões entre a Quinta Avenida e a Avenida das Américas a partir das ruas 48th e 51st, Nova York, no centro de Manhattan.

O Rockefeller não é apenas um lugar para negócios em suas milhares de salas comerciais, mas abriga também finíssimos restaurantes e lojas de alto padrão

No complexo situa-se a Radio City Music Hall, sede e estúdio da NBC, casa de leilões Christie´s (onde já foram leiloadas as obras de arte mais caras do mundo) e o Top of the Rock Observation Deck.

O forte da atração turística acontece no inverno, quando a sua praça principal oferece aos visitantes uma das maiores árvores de natal da cidade, além de uma pista de patinação. 

O Atlas é outra característica do complexo. É uma imensa estátua em bronze alegorizando a lenda grega, representando o titã Atlas segurando o mundo. 

O Rockefeller Center recebe diariamente em torno de 350 mil visitantes.

 

    O Atlas em bronze, obra de Lee Lawrie, no complexo Rockefeller Center o Rockeffeler Plaza.

     A Catedral St. Patrick. 

 

É a maior igreja  de Nova York. Foi construída entre 1858 e 1878, colada ao Rockefeller Center, na Quinta Avenida, com capacidade para duas mil pessoas. Seus portões principais pesam 9 toneladas.  Foi um projeto do arquiteto James Rendwick. No seu interior há uma estátua do Papa João Paulo II, aludindo a sua visita em 1979. 

A catedral recebe em torno de 1 milhão e meio de visitantes por ano. 

 

     O Edifício Rockfeller

 

  Observatório do Edifício Rockfeller, vendo-se ao fundo o Empire State Building.

 

Para quem gosta do bizarro

Em Nova York há um museu totalmente incomum, trata-se do Ripley´s Believe It or Not! (Acredite ou Não). É o museu onde os fatos mais ultrajantes, esquisitos e bizarros são exibidos, local, segundo o seu fundador, Robert Ripley, "onde a verdade é mais estranha do que a ficção". É ao mesmo tempo divertido, pois os visitantes interagem com os objetos.

     

   

      Museu Beliver It or Not.

 

    Museu Believe It or Not!

 

   Um museu atrelado ao surrealismo e ao surpreendente.

 

     Camila mostrando o contraste de altura.

 

   A Camila comigo.

 

Passeios

 Tem gente que gosta de Montanha Russa, outros dos barquinhos no Central Park. minha mãe, a Camila e eu optamos pela charrete.

 

                 Não resisti ao clique com o fundo artístico.

      Minha mãe e eu curtindo o inverno novaiorquino.

 

Livros e Leitura

    A Biblioteca de Nova York é a terceira maior dos Estados Unidos, destacando-se pela sua preservação.

 

   A foto detalha a amplitude e a arquitetura da biblioteca.

 

           A cultura literária é imensa nos Estados Unidos. O acervo de bons livros é imenso.

       Livraria no Rockfeller Plaza e o que me impressionou foi a diversidade de livros. 

 

Passeio ao Empire State Buiding

 

 

O Empire State Buildig foi inaugurado em 1931, na época, o mais alto do mundo com 443 metros. Mais de 140 milhões de pessoas já o visitaram.

O Empire State foi projetado para ter 86 andares, mas ganhou um mastro de 46 metros. E agora tem 62 metros e é uma antena transmissora de rádio e TV para a cidade e mais 4 estados.

Curiosidades: Esse mastro é um condutor natural de raios e o prédio é atingido por cerca de 100 raios por ano. Um verdadeiro espetáculo de Raios. Para os apreciadores do horizonte, o prédio dispõe de observatório, que não funciona durante nevoeiros e chuva.

 

Para os interessados em filmagens, lembro que o clássico King Kong foi filmado nesse edifício em 1933.
Endereço: 350, 5th Ave.
Os tickets pra visitar o Empire States também variam.
Ticket Main Deck: Adultos – $29,00    Senhore 62+ - $26,00    Crianças 6-12 – $23,00
Ticket Main Deck Express(86th e sem espera): Todos os visitantes de 6+ paga uma taxa única de $50,00. É bom pra fugir das filas km!
Main Deck + Top Deck (86th & 102nd Floors):  Adultos – $46,00  Senhore 62+ – $43,00  Crianças 6-12 - $40,00.
Main Deck + Top Deck Express (86th & 102nd Floors -sem espera): Todos os visitantes de 6+ paga uma taxa única de $67,00.
NY City Pass: Você economiza uns 40% e é um passe que dá direito à 6 atrações. No final do post eu vou detalhar mais sobre o city pass.
Adulto – $109,00   (6-17) – $82,00.

 

Estátua da Liberdade.

 

    

A Estátua da Liberdade, situada na Liberty Island, Nova York, inaugurada em 28 de outubro de 1886, um presente da França solidarizando a liberdade como um dos maiores valores humanos. O monumento foi também um ato comemorativo aos 100 anos da assinatura da Declaração de Independência das Colônias Britânicas, criando, assim, uma nova nação com o nome Estados Unidos da América do Norte.

A obra foi projetada e construída pelo escultor Frederic Auguste Bartholdi com assistência de Gustave Eiffel, projetista da torre com o mesmo nome em Paris. A altura total da estátua é de 92 metros. Sofreu uma reforma e foi reinaugurada em 3 de julho de 1986 e uma segunda reforma em 2011.

Depois do atentado terrorista em 11 de setembro de 2001, as visitas foram proibidas e restabelecidas somente em 2009.

Curiosamente, a cidade de Paris possui três estátuas iguais, embora bem menores, com 11 metros de altura apenas. 

 

 

Não se pode ir a Nova York sem passar pela Times Square

 

É chamado e conhecido como o lugar 24 horas. Ali o movimento nunca termina. É talvez o lugar mais colorido da cidade. Sua história nem sempre foi tão glamourosa. Ao nascer foi um bairro de prostituição, mas a partir dos anos 1990 e por causa da The News Time Tower, o local foi reformulado e se tornou visita obrigatória.

 

 

Minhas viagens a Nova York

 

Sempre há uma pontinha de nostalgia quando uma pessoa parte de um lugar que adora. É o que está acontecendo comigo. Termina aqui minha estadia  deste final de 2014 e entrada de 2015. As malas estão prontas. 

Não estive sozinha. Tive o prazer da companhia das minhas filhas, Pamela e Camila, do Gustavo e da minha mãe, que também adora a Big Apple. Portanto, não parto de coração vazio. Pelo contrário, retorno a Porto Alegre, cheio de lembranças das passagens da City, que se acumulam dentro de mim, que, um dia se transformarão em livro.

Parto com o belo esplendor do inverno novaiorquino com seus bares e restaurantes aconchegantes e bons aromas culinários. Levo as imagens das mil luzes coloridas dos prédios, das ruas cheias de vida, das casas e das vitrines decoradas, sempre belas, sempre sedutoras. 

E, nessa introspecção, enquanto parto, ecoa dentro de mim, suavemente,  New York, New York, aquela música cantada por Frank Sinatra.

 

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