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A África do Sul

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

Para saber mais sobre a África do Sul

 

Parte 1

Quase cinco vezes maior que a Grã-Bretanha e duas vezes maior que a França, a África do Sul se sobressai pela dimensão do seu território, mas não só por isso. Dono de uma rica fauna, flora e clima tropical à brasileira, o destino de viagem que teve o mais rápido crescimento do mundo está no top 10 das rotas educacionais e vai bem mais além dos imperdíveis safáris. Rouba a cena também quando o assunto é modernidade, diversão ou cultura.

Afinal, o pedaço paradisíaco ao sul do continente africano descoberto pelos nossos coirmãos lusitanos sofreu diversas influências até o final do século XVI. Isso resultou num povo cheio de diversidade, com características tribais, mestiças, indianas, além de descendentes de holandeses, alemães e ingleses. A população local é simpática, receptiva e é fácil se misturar com eles e fazer amigos.

A partir de 1994, a África do Sul tornou-se potência emergente na economia, apesar dos contrastes sociais ainda existentes. Isso foi possível graças a pessoas como Nelson Mandela, líder político mundialmente conhecido por libertar o país do apartheid (segregação racial). Ao conquistar o direito de sediar a Copa do Mundo de 2010, suas principais cidades se repaginaram para o megaevento, agregando uma infraestrutura melhor e maior para receber os viajantes.

Experimentando a efervescência de uma indústria cultural em crescimento, o país se apresenta como grande palco de manifestações artísticas. Museus de qualidade, por exemplo, estão por toda parte. Na música, a multiplicidade de ritmos se faz presente nos sons do pop africano, soul, jazz, reggae e hip-hop. Pelas principais cidades e vilas, surgem mercados de rua com arte africana em diferentes estilos, sem contar os centros comerciais que funcionam como zona de lazer.

O clima e a geografia favoráveis da África do Sul fazem dos esportes (inclusive os radicais) uma atração para o ano inteiro. Futebol e rúgbi são as paixões nacionais, mas há espaço, ainda, para o tênis, críquete, golfe, saltos no maior bungee jump do mundo, surfe, rafting, escalada e trilha por gigantescos parques naturais. Se conseguir fazer e conhecer pelo menos 10% de tudo o que país oferece, você vai se sentir “quase” um sul-africano.

ESTAR ENTRE OS CINCO MAIORES DO MUNDO OS FAMOSOS BIG FIVE

Realmente não tenho palavras pra descrever a realização do maior sonho da minha vida. Poder chegar em um lugar, ser bem recebida e olhar de sua “varanda” e ver girafas, zebras, antílopes e avestruz, e durante a noite dormir com o rugido dos leões. 

Acordar e ver que o sonho continua com filhotes pra você preparar suas comidas e alimentá-los , poder passar o dia inteiro com leões, hienas, girafas, jackal, cachorro selvagem, jaguar e guepardo, tudo o que eu sempre sonhei pra minha vida. Fora outras experiências inesquecíveis como nadar com os leões, caminhar com um guepardo, conhecer a reserva do KRUGER PARQUE, andar de elefante, caminhar com elefante, ver as girafas sempre aprontando e nos dando sustos, receber mordidas arranhões de carinho dos nossos bebes é claro que sempre de brincadeira. E o principal a cada dia aprender mais uma coisa nova principalmente com a vida selvagem, mas aprendemos muito com as pessoas sobre suas culturas  e modo de vida da Africa do Sul. 

A parte mais difícil da viagem foi deixar todo aquele sonho realizado pra trás, aqueles animais perfeitos que tanto me apeguei, e o que mais me impressionou, é que eles também se apegaram. Essa, sem duvida, foi a melhor experiência da minha vida, e eu com certeza vou voltar o mais breve possível, porque eu sei que minha vida é junto com esses animais da savana Africana.

A CIDADE DO CABO  tem na origem de seu nome um acidente geográfico, ou seja, um cabo (ponta de terra que entra pelo mar adentro) chamado da Boa Esperança (Cape of Good Hope). Antes, tal formação rochosa havia sido denominada de cabo das Tormentas pelo navegador português Bartolomeu Dias, o primeiro europeu a circundá-lo, em 1488.

Mas o temeroso nome inicial mudou por causa das boas perspectivas de se chegar às Índias por meio daquele caminho, considerado até então traiçoeiro pelos primeiros exploradores dos mares. Assim, a passagem marítima pela extremidade sul do continente africano tornou-se rota comercial estratégica da Europa ao Oriente. Hoje, a área se mantém intacta pela beleza e virou grande atração turística aos visitantes da AFRICA DO SUL.

Situado na ponta do Parque Nacional da Península do Cabo, a 50 km da CIDADE DO CABO, o Cabo da Boa Esperança (que overdose de nomes relacionados a cabo, hein?) é também ponto de encontro entre os oceanos Índico e Atlântico, além de local mais distante do continente africano em direção à Antártida.

Para observar o cabo da Boa Esperança, é preciso subir uma montanha, conhecida como Cape Point. Em seu topo, há um farol, considerado o mais brilhante do mundo, de onde se avistam a paisagem do cabo e as areias brancas da bela praia. É acessível apenas a pé.

Na região, que geograficamente pertence ao complexo rochoso da Table Mountain, venta-se muito. Por isso, às vezes chega ser difícil segurar com firmeza a câmera para tirar fotos. No pé da montanha antes da subida ao cabo, há um restaurante e lojas de lembrancinhas. Afinal, a visita ao caminho da Boa Esperança é uma recordação inesquecível para quem curte natureza.

    Os tigres sempre fascinam com seu ar de gatos gigantes com extraordinária beleza cromática

 

 

Roteiros e dicas para conhecer a África do Sul

 

Parte 2

 

E aí, pessoa! Acabei de retornar com minha filha caçula, no último domingo, da África do Sul. Passamos lá dez dias, excluindo o tempo de viagem (ida e volta). Passsamos de carro por três cidades, além de voos domésticos (aviõezinhos minúsculos) e passeos de agências ou "transfers. Sim, foi cansativo! Mas foi maravilhoso.

Normalmente, no final, você fica doido pra voltar pra casa. Mas nós queríamos mais! Pena que acabou! Mas com certeza voltaremos lá! Valeu muuuito! Esse foi o nosso roteiro completo na sequência, muito bem planejado e com antecedência, analisando vários blogs e buscando informações interessantes. Baseado na minha experiência, segue um pequeno roteiro, isto é, uma sugestão que faço para quem viajar àquele país.

Sugiro que o Parque Nacional Kruger fique para o final. Curtam primeiro as grandes cidades. Elas são modernas e atrativas. Mas o ponto alto, para quem está interessado conhecer o interior é o Parque Nacional Kruger com seus 19 mil quilômetros quadrados. Ele é um santuário da vida selvagem africana e o mais visitado por turistas em busca de safári. Localiza-se nas províncias de Limpopo e Mumalanga, ao norte do África do Sul. Criado em 1898, possui hoje excelente infraestrutura. Dá para avistar nele hipopótamos, girafas, zebras, leões, elefantes, búfalos, leopardos e outros animais, tudo num habitat natural.

 

               O leão é um grande machista no reino animal. Quem caça é a leoa.

 

Sugestões da Exclusive BM para a ida à África do Sul

 

Fiz posts individuais com dicas e relatos de cada local por onde passamos. Tudo começa com o voo pela South African. Ao chegar é precisa alugar um carro para um a seis dias. Cape Town parte 1 e parte 2 de sete a dez dias: Hermanus Garden Route. Dias onze a treze: Durban e Nelspruit. Dias treze a dezesseis: Kruger National Park. Panoram Route dezoito a dezenove e finalmente Johanesburgo.

A África do Sul nos surpreendeu muito. As cidades são limpas e bem organizadas. O povo é simpático. Eles respeitam o turista e confiam. Exemplo disso foi a hora do chek-out, ninguém fez vistoria do carro alugado.

É importante é sacar randes, a moeda local, usando seu cartão. Usamos cartões do Banco do Brasil e do Santander em caixas eletrônicas. Fizemos saques em várias cidades, nos shoppings, aeroportos e sempre funcionou. É a melhor forma de fazer conversão perdendo o mínimo em taxas.

Para não chegar sem nada, os mais prevenidos podem trocar reais por randes na cada de câmbio "Cotação" no aeroporto de São Paulom, antes de embarcar, foi onde conseguimos as melhores taxas e não há necessidade de agendar. Não use o cartão de crédito nas compras, o IOF é de 6,38 por cento.

O real vale carca de quatro randes. Turistas podem pegar o reembolso dele  apresentando as notas das compras (não vale comida nem serviços, como hotéis e aluguel de carro) no aeroporto antes do chek-in, no dia de retorno ao Brasil. Eles conferem e carimbam as notas. 

O fuso da África do Sul tem cinco horas de diferença (mais). O clima é parecido ao do Rio Grande do Sul. Chegamos a pegar um frio danado. Passamos muito frio pela manhã e muito calor pela tarde em Cape Town.

O Kruger, de manhã faz frio e no início da noite ele retorna. Daí a necessidade de levar roupas quentes, também. Levamos casacão com roupas de lã, gorro e lugas. Camisetas só pela hora do almoço. As regatas nem saíram da mala.

 

         Um filhote de leão muito fofo no meu colo... um amor...

 

          A beleza felina de um tigre mostrando os dentes

 

       O rinoceronte em harmônico convívio com a girafa

 

Comida: merece um post só para falar das comidas e bebidas locais, além dos restaurantes em que comemos.

Malária: o Kruger fica em área de ocorrência do mosquito transmissor. Não há vacina. Recomenda-se tomar um medicamento que ajuda a evitar a doença, por alguns dias antes de entrar na área de ocorrência. O uso de repelentes locais é recomendado, roupas cumpridas para cobrir o corpo, inseticidas no quarto. Mas não fizemos nada disso e estamos vivas ainda...

Quanto ao vírus Ebola ainda não há qualquer notícia que tenha chegado ao país. 

 

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