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Uma cerimônia muito especial

 

Quem não gostaria de participar de uma grande comemoração histórica? Pois tive este privilégio. Alguns meses atrás fui convidada para participar das comemorações dos 70 anos do desembarque das tropas aliadas na Normandia. Para os franceses a data é o símbolo da libertação do domínio da Alemanha nazista. 

Entre os vários locais de celebrações, um deles ocorreu na manhã de 6 de junho na Catedral Notre Dame de Bayuex, Normandia. Lá estavam vários membros da família real inglesa além de estadistas de outros países.  

Um pouco antes do início da solenidade, imaginei a importância deste evento para Revista Exclusive. E também lamentei a ausência da rainha, que naquele momento participou de uma cerimônia paralela em outro local. Pois,  adoro a rainha! Adoro os protocolos, as tradições, as cerimônias palacianas.  Adoro ir ao Palácio de Buckingham,  o Castelo de Windsor e ver que a bandeira da monarquia está hasteada, indicando que a rainha está em casa. Ela é a imagem da sobriedade, o retrato de uma verdadeira rainha. Lastimo apenas que ela foi participar de outra cerimônia, pois no mesmo dia sucederam várias simultaneamente. Lembrei também, de uma das minhas leituras, um comentário de David Haigh, presidente do Band Finance, que a realeza britânica ao ser colocada dentro do círculo das finanças corporativas é vista como uma das marcas mais valiosas do país. Claro, neste precioso patrimônio estão incluídos todos os membros e, no momento, com muita popularidade o príncipe Williams com a linda Kate Middleton, sua esposa.

Minha presença nas comemorações me ensinou muita coisa. O europeu gosta de eventos históricos, principalmente, aqueles que se relacionam a ele. As batalhas na Normandia foram decisivas para acabar com a Segunda Guerra Mundial naquele continente. Daí a ênfase dada à comemoração dos 70 anos do assim chamado Dia D. Uma pena que no Brasil a imprensa se preocupou mais com a Copa do Mundo.

Hoje, de volta ao Brasil, meus pensamentos continuam voltados à rainha Elisabeth II. Queria tanto tê-la visto naquela catedral. Na minha opinião, aquela mulher de 88 anos, é um exemplo para todos os governantes do mundo. Nela se complementam muito bem as duas palavras: rainha e majestade.

 

 

Dia D

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