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Outono em Sampa

 

Uma névoa de Outono o ar raro vela / Cores de meia-cor pairam no céu – diz Fernando Pessoa. E eu me engasgo

 

com a luz mansa de abril a outonar minha Sampa. E as letras não formam sílabas que não viram palavras que não

 

se transformam em versos. Difícil dizer o outono. Ouso, imito o poeta: Na névoa de Outono a folha farfalha-fenece/

 

Cores de meia-cor esvoaçam no chão.     (Mariza Baur)

Outono

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