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Ninguém mais aguenta tanta podridão

Ninguém mais aguenta essa podridão

Por Themis Pereira de Souza Vianna

 

Começo o texto usando como título uma frase do coordenador da Força-Tarefa da Operação Lava-Jato, Deltan Dallagnol, que diante das últimas delações, disse: “ninguém mais aguenta essa podridão”. Por isso admiro cada vez mais esses jovens de Curitiba cujo ápice é Sergio Moro. Nenhum juiz na história do Brasil colocou tanto corrupto na cadeia e nenhum juiz conseguiu reaver tanto dinheiro público roubado. Nenhum juiz brasileiro penetrou tão profundamente nos sombrios meandros da bandidagem política, como ele.   

Depois dos acontecimentos de ontem, que atingiram o núcleo do governo federal e colocaram o presidente Temer em situação de afastamento e o tucano Aécio Neves perto da prisão, os gansos petistas ficaram alertas. Eles esquecem que, com essas acusações, o cacique da corrupção, Lula, deve mudar o seu discurso de vitimização, de “perseguido político” e não esquecer que é réu de cinco crimes e não pode mais acusar Sergio Moro de juiz dos coxinhas.

É bom lembrar que Temer é uma extensão do governo anterior, daquele partido que colocou o Brasil à falência.  Foi eleito na mesma chapa. É boi do mesmo rebanho. Temer caminhou de mãos dadas com os petralhas a partir do dia em que assumiram o poder. Dividiu com eles cama, mesa e banho. Foram 13 anos de gastanças, de multiplicação de cargos públicos, de benesses à companheirada, de balcão de comércio de propinas com as grandes empresas e de total incompetência. Isso é apenas a ponta do iceberg. Foi levantado apenas um tampão da rede de esgotos.

Aqui responsabilizo com igual intensidade o partido de Temer por ter feito uma verdadeira conjunção carnal com o partido lulista, e sob a liderança do cacique Lula enveredar pelos descaminhos da nação.

Lula, segundo o jornalista Carlos José Marques, sem qualquer vergonha na cara, vangloria-se da criação de mais de 22 milhões de empregos na era petista (de onde ele tirou esse número?) quando, na prática, o rastro de destruição deixado pela agremiação gerou um saldo de quase 13 milhões de desempregados. Vende exuberância e prosperidade. Abusa de demagogias populistas. No conjunto, Lula e Dilma, durante mais de 13 anos, erigiram uma máquina de desperdício, inépcia e ineficiência.

“As maiores chagas de corrupção da história do Brasil foram abertas nas gestões do seu partido. Para não esquecer, da lava de Lula saíram o “Mensalão”, o “Petrolão”, o aparelhamento sindical do Estado com comparsas e inexperientes compadres a consumir recursos e saúde das empresas estatais”, conforme escreve o jornalista Marques.

Temer, Aécio, Cunha, Calheiros juntos, enganaram os seus eleitores. Tornaram-se farinha do mesmo saco petralhista. Aprenderam com o cacique Lula. Declaram-se inocentes.

Concordo com Dallagnol, “ninguém mais aguenta tanta podridão”.

Uma podridão descoberta há três anos por Sergio Moro.A descoberta foi o viés que conduziu aos esgotos da maior corrupção jamais vista no Brasil.

A partir de hoje me incluo entre os brasileiros que admiram o juiz Sergio Moro e o veem como uma esperança para o país apodrecido. 

 

 

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